terça-feira, 9 de agosto de 2011





sexta-feira, 30 de outubro de 2009


sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Resistindo firme

“Depois destas coisas e desta fidelidade, veio Senaqueribe, rei da Assíria, entrou em Judá, acampou-se contra as cidades fortificadas e intentou apoderar-se delas.” 2Cr 32.1

Sempre almejamos as conquistas e vivermos em vitórias. E esse destino se evidencia nas promessas de Deus para nós. A Bíblia, palavra de Deus, está repleta de passagens e textos que respaldam esse desejo, e acredito que muitos de nós temos vivido experiências tremendas de conquista, vitórias e realizações em diversas áreas de nossa vida.

E claro que com as conquistas e vitórias vem o sentimento de satisfação, de realização e alegria. Quem sabe nesse momento você está vivendo isso ou lembrando agora de uma vitória.
Era exatamente esse o sentimento do rei Ezequias, de realização, de conquista de alvos, afinal: “Em toda a obra que começou na casa de Deus, na lei e nos mandamentos, para buscar seu Deus, de todo o seu coração, o fez e prosperou.” 2Cr 31.21

O rei Ezequias, estava vivendo um grande momento na sua vida, no seu ministério. O texto que lemos acima deixa isso bem claro. Ele havia restaurado a adoração, trazido de volta o povo para adoração verdadeira, restituído o culto ao Senhor. Tendo antes, destruído os lugares de adoração há outros deuses, convocado o povo à santificação, colocando em ordem tudo aquilo que estava em desordem.

Era um tempo de um grande avivamento e de sobrenatural de Deus para aqueles dias. Mas, toda conquista envolve forças contrarias, lembre-se: nenhuma conquista virá sem lutas, sem enfretamento de dificuldades.

O capitulo 31 se inicia com a seguinte declaração: “Depois dessas coisas...”. Depois de uma renovação de entendimento, de um posicionamento de mudanças e de se propor a andar em fidelidade; forças contrárias se levantaram.

Queridos em nossos dias, não é diferente. Todas as vezes que nos propomos a andar em santidade, a nos voltar inteiramente para o Senhor e para sua vontade; a sermos fieis e cumprirmos a Sua vontade; a realizarmos a vontade daquele que nos chamou; enfrentaremos resistências.
Nesses dias o Senhor tem nos chamados a colocar nossa casa(vida)em ordem. Tem nos proposto fecharmos para balanço e resolvermos áreas de nossas vidas que não estão produzindo. Temos visto o resultado.

Quando, por causa de sua fidelidade; de andar em santidade e por realizar a vontade do Senhor, as resistências vierem: Persevere! Quero incentivá-lo a permanecer firme, a ter o caráter de Ezequias. Ele não ficou de braços cruzados, mas, antes ele reunir o povo e trouxe uma palavra de animo, restaurou os muros e se armou para enfrentar o inimigo.

Todas às vezes, que alguém decide andar em fidelidade e obediência ao Senhor afronta o inimigo. Não se deixe abater! O dia da vitória plena chegará. O senhor fará como fez com Ezequias, pelejará por nós e nos fará conhecido entre as nações.

“Assim, livrou o SENHOR a Ezequias e os moradores de Jerusalém das mãos de Senaqueribe, rei da Assíria, e das mãos de todos os inimigos; e lhes deu paz por todos os lados.Muitos traziam presentes a Jerusalém ao SENHOR e coisas preciosíssimas a Ezequias, rei de Judá, de modo que, depois disto, foi enaltecido à vista de todas as nações.”
Shalom!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Caminhando para o propósito de Deus

E ouvirão a tua voz; e irás, com os anciãos de Israel, ao rei do Egito e lhe dirás: O SENHOR, o Deus dos hebreus, nos encontrou. Agora, pois, deixa-nos ir caminho de três dias para o deserto, a fim de que sacrifiquemos ao SENHOR, nosso Deus. Ex. 3.18



Estamos caminhando rumo a promessa, isso significa que saímos do lugar que nos encontrávamos. Podemos nos recordar da alegria e da expectativa que foi gerada em nossos corações ao ouvirmos a palavra liberada, as promessas de que viveríamos: vida abundante, liberdade, cura, restauração, restituição e acima de tudo de conquista e multiplicação. Mas, a caminhada é o começo e não o fim; os primeiros passos são o inicio e não o propósito. Há sempre um lugar de destino preparado pelo Senhor.

Encontramos no povo de Israel um exemplo disso. Deus enviou Moisés com uma palavra: “...deixe meu povo ir, caminho de três dias para me adorar no deserto.” Quando o povo de Israel, que há quatrocentos anos viviam escravos, oprimidos no Egito, ouviram essa palavra se alegraram, afinal seriam livres das mãos de seus opressores, conheceriam a liberdade que tanto clamaram e pediram a Deus. Mas, cometeram um erro que se tornou um grande obstáculo para que vivessem a plenitude da promessa de Deus. Seus ouvidos se apegaram simplesmente, as palavras que traziam alivio a circunstancia que vivenciavam no momento, e não se detiveram ao propósito: Adorar.

Não tem sido diferente nos dias de hoje. Temos buscado e clamado pela cura, pela restauração dos nossos relacionamentos, pela liberdade financeira e tantas outras coisas que nos afligem e acredito que a cura virá, que os relacionamentos antes destruídos serão restaurados, que seremos prósperos, pois isso é vontade de Deus. Mas, a sua cura, a restauração e prosperidade não é o fim, e sim o começo para realização do real propósito de Deus em você e através de você.

A questão é entendermos que seremos curados para...; restaurado para...; teremos prosperidade para...; Adorarmos ao Senhor! Há um propósito de Deus para cada um de nós!
Nos fazer adoradores verdadeiros, por isso, o deserto. O deserto nos testa, nos trata, nos leva a dependência de Deus e nos conduz a plenitude da promessa.
Portanto, mantenha-se firme! Suas atitudes diante do real propósito de Deus, determinarão o tempo de sua caminhada, se 3 dias ou 40 anos. Lembre-se que o propósito de Deus nos une e esse propósito nos conduzirá a concretização da promessa.
Shalom!

quarta-feira, 15 de abril de 2009



Estamos gratos ao Senhor pela forma que Ele tem si movido em nós e através de nós. Não podemos deixar de registrar. Estivemos nesses dia ministrando em lugares e cidades diferentes, mas debaixo da mesma unção e presença inconfudivél do Espirito. Isso nos mostra que não são as parafernalhas eletronicas e o shows pirotécnicos que fazem a diferença (não estou dizendo que isso não seja bom e licito), mas o fogo do Espirito ardendo em nós. Isso mostra que é importante o dom, o chamado, o talento. Mas tudo isso associado e comprometido com o fogo do Espirito se torna uma explosão de manifestação e glória de Deus.
Vimos e comprovamos que foi isso que aconteceu nestes dias. Que o fogo não se apague, mas seja aquercido sete vezes mais.

terça-feira, 24 de março de 2009

O perigo de escolher o bom e não o melhor



“Concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma" (Sl 106.15)


O evangelho coloca diante de nós, Cristo e seu Reino, em contraste com o mundo e suas atrações. Isto nos leva a escolher. De fato, fazermos escolha é inevitável. Mas quando a vontade faz sua escolha eterna, e abre sua vida ao reinado e governo do Salvador, somente o primeiro passo na vida cristã foi dado. Existe diante de nós todo um caminho de peregrinação que teremos de percorrer com paciência na companhia do nosso Senhor.

No decorrer deste caminho, sempre nos rondando, existe a cilada sutil de se escolher um bem menor. Pois a vida é uma longa série de escolhas, escolhas que precisam ser feitas diariamente entre aquilo que é supremo e superior, e aquilo que é secundário, entre o que agrada a si mesmo e o que agrada a Deus.


O perigo mais comum não é o que muitos imaginam: desviar-se e cair no pecado. É antes a tentação que aparece com freqüência alarmante de escolher o bom ao invés do melhor; de escolher algo que tem inúmeros pontos a favor, mas que não é a vontade explícita de Deus para nós.


Quando nos comprometemos a qualquer outro curso de vida, que não seja de absoluta fidelidade ao bem superior, estamos nos posicionando lamentavelmente fora de contato vivo com Deus, que às vezes pode conceder-nos nossos desejos e ao mesmo tempo deixar nossa alma definhar-se.
Israel, a quem este texto nos Salmos se refere, foi um forte exemplo disso. O propósito de Deus para a nação era que não tivesse um soberano terreno; ele mesmo seria seu Senhor e seu Rei. Israel seria um exemplo e modelo ao mundo inteiro. Mas Israel se rebelou. O povo queria ser igual, e não diferente das outras nações. Pediram um rei para guiá-los à batalha; queriam um monarca com toda sua pompa e esplendor.


A história subseqüente da nação mostrou realmente o perigo de se escolher um bem inferior. Israel tinha uma posição geográfica crucial e visada por todos os povos que levantavam impérios. Desta forma, era mais importante ainda que estivesse sob a proteção de Deus. Mas escolheu um caminho diferente, e qual foi o resultado? Desastre após desastre em guerras e conquistas por outros povos. A terra foi dilacerada por dissensões e agitações, e finalmente o povo foi retirado e levado ao cativeiro.


É comum dizer que nossas escolhas atestam o nosso caráter, e que a direção em que a mente da pessoa vira involuntariamente mostra que tipo de pessoa é.
Há momentos que somos tentados a seguir rumos em que ganho material e vantagem pessoal estão em primeiro lugar. Somos tentados a garantir vantagens, conforto, facilidades, prosperidade e satisfazer nossa alma se tornam objetivos principais.


O perigo é escolhermos o bem inferior. E se isto acontecer, Deus não nos abandonará, pois ele nunca faz isso. Mas ele permite que a escolha inferior corrija nossa vontade própria, e nos conduza de volta ao lugar de obediência de todo coração ao Senhor.